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Monthly Archives: Janeiro 2013

Recuperação dos Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico

O indicador de confiança dos Consumidores aumentou em janeiro, após ter atingido o mínimo da série no mês anterior.
O indicador de clima económico recuperou de forma ténue no mês de referência, embora não se afastando significativamente do valor mais baixo da série registado em dezembro. Em janeiro, observou-se um aumento dos indicadores de confiança em todos os setores, Indústria Transformadora, Construção e Obras Públicas, Comércio e Serviços.
 (Carregar no texto para acesso ao documento original)

Dados do INE, publicados ontem, dia 30/01/2013

 

David Cameron: The Future of the EU and the UK’s role within it

Discurso do Primeiro Ministro britânico, David Cameron, no passado dia 23 de Janeiro, sobre o tema da União Europeia.

O Estado socia (I) – A sua força e as suas fraquezas

Artigo de opinião de Henrique Medina Carreira, publicado no semanário Expresso, dia 26 de Janeiro de 2013.

O fiscalista inicia um conjunto de artigos sobre as opções para garantir a sobrevivência do Estado social.

 

As alternativas já tentadas e as que falta tentar

 “Faltaram nos dois primeiros orçamentos medidas de estímulo e apoio ao financiamento do investimento privado e à actividade exportadora, que ajudassem a contrariar os efeitos recessivos da diminuição da procura interna.”

Artigo de opinião de Manuel Caldeira Cabral, publicado no Jornal de Negócios de ontem, dia 24/01/2013

 

 

World Economic Outlook Update

Gradual Upturn in Global Growth during 2013 – FMI, 23 Janeiro 2013

 

Global growth is projected to increase during 2013, as the factors underlying soft global activity are expected to subside. However, this upturn is projected to be more gradual than in the October 2012 World Economic Outlook (WEO) projections. Policy actions have lowered acute crisis risks in the euro area and the United States. But in the euro area, the return to recovery after a protracted contraction is delayed. While Japan has slid into recession, stimulus is expected to boost growth in the near term. At the same time, policies have supported a modest growth pickup in some emerging market economies, although others continue to struggle with weak external demand and domestic bottlenecks. If crisis risks do not materialize and financial conditions continue to improve, global growth could be stronger than projected. However, downside risks remain significant, including renewed setbacks in the euro area and risks of excessive near-term fiscal consolidation in the United States. Policy action must urgently address these risks.

 

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