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Forum

Nº 4 Perspectivas Empresariais – 4º Trimestre de 2018

Consulte aqui o nº 4 da publicação trimestral do Forum para a Competitividade, que inclui: conjuntura nacional; as empresas e os seus custos; conjuntura internacional; mercados; legislação; análise sobre o investimento em Portugal com base no inquérito do BEI.

Integra contributos de: Banco BIG, COSEC e PwC/CCR Legal

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A economia portuguesa deverá desacelerar em 2019 e de novo em 2020 e 2021, em linha com o que se deverá passar na zona euro, em ambos os casos por carências da oferta de emprego  (taxa de desemprego já está muito baixa).

O problema não está na desaceleração em si, mas no facto de estarmos a desacelerar para uma tendência de crescimento baixíssima, cerca de 1,5%, porque nada foi feito nos últimos três anos para a aumentar.

Nota de Conjuntura nº 32 – Dezembro de 2018

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, referente ao mês de Dezembro de 2018.

Em Dezembro, o Banco de Portugal revelou novas previsões de crescimento, mais pessimistas do que anteriormente. Foram as exportações que foram revistas em baixa, o que aumenta os riscos para as estimativas para o corrente ano, devido à desaceleração mundial em curso.

Portugal não tem economia – nem muito menos finanças públicas – que permitam sustentar a semana das 35 horas na administração pública, que está a provocar o caos na saúde.

“Há anos que não ouço falar de uma política de crescimento em Portugal”

Leia aqui a entrevista de Pedro Ferraz da Costa, Presidente do Forum para a Competitividade, ao Jornal de Leiria, Novembro de 2018

Nota de Conjuntura nº 31 – Novembro de 2018

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, referente ao mês de Novembro de 2018.

Se entre 2000 e 2017, Portugal tivesse crescido tanto como Espanha (31,3% em vez de apenas 7,5%), o nosso PIB seria actualmente 43 mil milhões de euros superior e isso geraria uma margem de 18 mil milhões de euros de receita pública adicional, que permitiria o “milagre” de conseguir três objectivos, todos eles favoráveis: um défice público menor, impostos mais baixos e aumentar o investimento público.

Se o nosso crescimento tivesse tido a qualidade do espanhol (com défices externos limitados), também não teria sido necessário pedir ajuda à “troika”, nem uma dose tão elevada de austeridade.

Nota de Conjuntura nº 30 – Outubro de 2018

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Outubro de 2018.

Para Portugal, prevemos que de um crescimento homólogo de 2,3% no 2º trimestre, o PIB desacelere para entre 2,0% e 2,3% (entre 0,3% e 0,6% em cadeia) no 3º trimestre. Este abrandamento decorre quer de efeitos do lado da procura, quer da oferta, pelo que é reforçado.

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