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Forum

Nº 9 Perspectivas Empresariais – 1º Trimestre de 2020

Consulte aqui o nº 9 da publicação trimestral do Forum para a Competitividade, que inclui: conjuntura nacional; as empresas e os seus custos; conjuntura internacional; mercados; legislação; e os especiais “O Covid-19 e a Europa” e “Estado acionista? Não obrigado! Um Estado de fomento? Sim, por favor!”

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Para 2020, há consenso de que haverá uma recessão profunda, com recuperação provável, ainda que parcial, em 2021.

O atraso no apoio às famílias e às empresas e a aposta no investimento público é uma estratégia altamente errada para responder a esta recessão, que exige uma resposta muito diversa das anteriores, devendo a ajuda ser concedida com a máxima urgência.

Nota de Conjuntura nº 48 – Abril de 2020

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Abril de 2020.

Em Portugal, com todas as incertezas envolvidas, o Forum para a Competitividade estima que no 1º trimestre a economia tenha sofrido uma contracção trimestral entre 4% e 6%, a que corresponderia uma variação homóloga entre -2,5% e -4,5%.

O atraso nos pagamentos de “lay-off”, para além dos inúmeros problemas sinalizados no apoio a trabalhadores independentes estarão a agravar a recessão.

Entrevista de Pedro Ferraz da Costa ao semanário Sol

Leia aqui a entrevista ao Presidente do Conselho Directivo do Forum para a Competitividade, publicada no semanário Sol, no passado dia 25/04/2020.

Carta ao Primeiro Ministro

Leia aqui a carta dirigida pelo Presidente do Conselho Directivo do Forum para a Competitividade, Pedro Ferraz da Costa, ao Senhor Primeiro Ministro, com data de 14/04/2020.

Inclui um conjunto de propostas para uma mudança qualitativa das empresas e da Economia.

Nota de Conjuntura nº 47 – Março de 2020

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Março de 2020.

O Forum para a Competitividade antecipa, num cenário benigno, uma recessão de 4% em 2020, mas que se poderá agravar para 8%, caso a crise se prolongue e as medidas tomadas permaneçam insuficientes.

A resposta à crise pandémica suscitou já um conjunto muito alargado de medidas excepcionais, que suscitam várias dúvidas. Por que razão o Estado não paga de imediato os valores em dívida, sobretudo os atrasados? Nos pagamentos por conta, para quê aumentar o reembolso no verão de 2021, se os fundos são imperiosos agora? Porque não suspender todos os prazos tributários que corram a favor dos sujeitos passivos (com a exceção dos de pagamento)? Que sentido faz penalizar sectores de um lado e incentivar do outro? Se queremos simplificar, porque é que os condicionalismos de acesso aos incentivos fiscais, de segurança social e laborais diferem entre si?

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