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Lido com atenção

Estado social (III) – €4000 milhões – Porquê e como?

“A chamada reforma do Estado – Este foi o rótulo utilizado para dissimular o que realmente está em causa: a reforma do Estado social”. Artigo de opinião de Henrique Medina Carreira, publicado no semanário Expresso, no passado dia 09/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

O IRC e a avidez do Estado

“Algo tão estranho como um imposto sobre os lucros das empresas, em adição a outro sobre o rendimento dos donos, tem de ter uma explicação. Talvez da tradição vinda dos poderes e dos abusos das monarquias.” Artigo de opinião de António Amaro de Matos, publicado no Jornal de Negócios de ontem, 06/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original).

As fábulas e os equívocos da economia portuguesa

Na actual fase de crise económica e financeira que o país atravessa, por força do processo de consolidação orçamental, redução da dívida pública e externa e reestruturação do sector público, têm surgido um conjunto de equívocos e de fábulas sobre a economia portuguesa. Artigo de opinião de Luís Todo Bom, publicado no Jornal de Negócios de ontem, dia 04/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original).

O Estado social (II)

“O Governo não poderia ter criado um ambiente mais desfavorável para levar a cabo a reforma mais urgente, mais relevante e socialmente mais sensível de que temos necessidade”. Artigo de opinião de Henrique Medina Carreira, publicado no semanário Expresso, dia 02/02/2013. (carregar no texto para acesso ao documento original)

O Novo Banco de Fomento

“O que talvez valha a pena fazer é criar uma agência financeira (e não um banco) com mais músculo e mais flexibilidade para fazer o que o IFAP e o IAPMEI hoje fazem na gestão dos fundos”. Artigo de opinião de Luís Mira Amaral, publicado no semanário Expresso, dia 02/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original).

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