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Macroeconomia / Conjuntura

Nota de Conjuntura nº 42 – Outubro de 2019

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Outubro de 2019.

No 3º trimestre de 2019, o PIB de Portugal deve ter crescido entre 1,7%  e 1,9% em termos homólogos, desacelerando ligeiramente face ao trimestre anterior.

As subidas extraordinárias do salário mínimo não se têm traduzido em desemprego, devido à excepcional conjuntura internacional. No entanto, como esta se está a deteriorar, novas subidas extraordinárias do salário mínimo deveriam ser interrompidas se o desemprego subir acima dos 7%.

Nº 7 Perspectivas Empresariais – 3º Trimestre de 2019

Consulte aqui o nº 7 da publicação trimestral do Forum para a Competitividade, que inclui: conjuntura nacional, as empresas e os seus custos; conjuntura internacional; mercados; legislação; e os especiais “Angola: uma oportunidade após a outra, lá como cá!” e “Exportar para a China”.

Inclui contributos de: Banco BIG, COSEC, PLMJ e PwC/CCR Legal

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É opinião unânime das diversas instituições que a economia portuguesa deverá desacelerar em 2019 e de novo em 2020 e 2021, em linha com a desaceleração internacional.

As alterações ao Código do Trabalho introduzem uma nova norma que impossibilita o afastamento das normas deste Código relativas à contratação de trabalhadores a termo por parte de instrumentos de regulamentação colectiva, uma importante (e dificilmente justificável) limitação à autorregulação do mercado laboral.

Banco de Portugal: Boletim Económico – Outubro 2019

Consulte aqui o estudo do Banco de Portugal sobre a evolução negativa do PIB per capita em Portugal desde 1995 a 2018 (pág. 91 e seguintes).

Divulgado hoje, dia 10/10/2019

Nota de Conjuntura nº 41 – Setembro de 2019

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Setembro de 2019.

Em Portugal, dados preliminares do 3º trimestre apontam para uma desaceleração da economia, sobretudo pelo lado das contas externas.

O PIB entre 2016 e 2018 foi revisto em alta, em 1,1% em termos acumulados, tendo também melhorado a produtividade. No entanto, os novos valores do crescimento da produtividade são ainda baixíssimos: 0,4%, 0,2% e 0,1%.

Revisão do PIB pelo INE (2016, 2017 e 2018) – seus efeitos na economia

No âmbito da revisão regular do PIB, o INE substituiu 2011 por 2016 como ano de referência, tendo usado nova informação. O PIB de 2016, 2017 e 2018 foram revistos de 1,9%, 2,8% e 2,1% para, respectivamente, 2,0%, 3,5% e 2,4%. O PIB de 2018 ficou assim 1,1% maior quer em termos reais quer em termos nominais. O sentido da evolução que se verificava mantém-se: aceleração em 2017 e desaceleração em 2018.

Concentrando a atenção no ano final de revisão, verificamos que destes 1,1%, o principal contributo veio do investimento e do consumo privado, tendo o consumo público e as exportações líquidas tido revisões marginalmente negativas.

Em relação ao consumo privado, uma das razões terá sido a alteração no registo de compras na internet (que também afectou as importações), para além da reclassificação de algumas despesas registadas no consumo público. Em relação ao investimento, houve revisão em alta da construção (mais 1109 milhões de euros), propriedade intelectual (291 milhões), equipamento de transporte (215 milhões) e revisão em baixa de outras máquinas e equipamentos (-231 milhões).

Uma das primeiras implicações desta revisão em alta do PIB é sobre a produtividade, que aumentou, sendo interessante que isso decorra de uma revisão em alta do investimento. No entanto, os novos valores do crescimento da produtividade estão longe de ser satisfatórios. Entre 2016 e 2018, a produtividade cresceu 0,3%, -0,5% e -0,2%, revistos para, respectivamente, 0,4%, 0,2% e 0,1%, valores baixíssimos, o que significa que pouco mudou e que os novos valores continuam muito insatisfatórios.

Forum para a Competitividade, 27 de Setembro de 2019

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