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Macroeconomia / Conjuntura

Conjuntura INE

Aqui – Volume de Negócios na Indústria diminuiu 2,2% – Novembro de 2018

Aqui – As exportações diminuíram 8,7% e as importações aumentaram 11,5% em termos nominais – Novembro de 2018

Aqui – A taxa de desemprego de Outubro situou-se em 6,6% – Novembro de 2018

 

Dados divulgados pelo INE hoje, dia 09/01/2018, e ontem, dia 08/01/2018

Nota de Conjuntura nº 32 – Dezembro de 2018

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, referente ao mês de Dezembro de 2018.

Em Dezembro, o Banco de Portugal revelou novas previsões de crescimento, mais pessimistas do que anteriormente. Foram as exportações que foram revistas em baixa, o que aumenta os riscos para as estimativas para o corrente ano, devido à desaceleração mundial em curso.

Portugal não tem economia – nem muito menos finanças públicas – que permitam sustentar a semana das 35 horas na administração pública, que está a provocar o caos na saúde.

Banco de Portugal – Boletim Económico de Dezembro de 2018

Consulte aqui os dados divulgados pelo Banco de Portugal ontem, dia 18/12/2018.

A economia portuguesa deverá prosseguir uma trajectória de crescimento da actividade, embora em desaceleração, no horizonte 2018-21.

Perspectivas económicas do comércio internacional para 2019

Leia aqui as perspectivas económicas do comércio internacional para 2019, “Guerra Comercial? Nem por isso (não para já)”.

Estudo publicado recentemente pela Euler Hermes, accionista da COSEC e líder mundial em seguros de créditos.

Nota de Conjuntura nº 31 – Novembro de 2018

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, referente ao mês de Novembro de 2018.

Se entre 2000 e 2017, Portugal tivesse crescido tanto como Espanha (31,3% em vez de apenas 7,5%), o nosso PIB seria actualmente 43 mil milhões de euros superior e isso geraria uma margem de 18 mil milhões de euros de receita pública adicional, que permitiria o “milagre” de conseguir três objectivos, todos eles favoráveis: um défice público menor, impostos mais baixos e aumentar o investimento público.

Se o nosso crescimento tivesse tido a qualidade do espanhol (com défices externos limitados), também não teria sido necessário pedir ajuda à “troika”, nem uma dose tão elevada de austeridade.

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