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Microeconomia / Empresas

Estatísticas do Emprego – 4º Trimestre de 2012

Nesta publicação estão reunidas as principais estimativas obtidas a partir do Inquérito ao Emprego, designadamente: população ativa, população empregada, população desempregada, população inativa, taxa de atividade, taxa de emprego e taxa de desemprego.  Dados do INE, publicados ontem, dia 13/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

O IRC e a avidez do Estado

“Algo tão estranho como um imposto sobre os lucros das empresas, em adição a outro sobre o rendimento dos donos, tem de ter uma explicação. Talvez da tradição vinda dos poderes e dos abusos das monarquias.” Artigo de opinião de António Amaro de Matos, publicado no Jornal de Negócios de ontem, 06/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original).

Forum para a Competitividade na Assembleia da República

Ouvido hoje na Comissão de Economia e Obras Públicas, o Presidente do Forum, Pedro Ferraz da Costa, manifestou aos Deputados a sua preocupação sobre a possibilidade de o País poder estar confrontado com um período de recessão muito longo. A propósito, sublinhou a importância da melhoria do ambiente de negócios em geral e do apoio às actividades existentes, considerando que o apoio ao empreendedorismo só produzirá resultados palpáveis a longo prazo. Acrescentou que só este tipo de medidas de âmbito mais geral pode contribuir para atenuar o aumento exponencial de desemprego e a desqualificação do capital humano.

Manifestou, também, preocupação com a elevada “taxa de mortalidade” de novas empresas atribuindo tal facto às armadilhas do excesso de regulamentação e aos maus hábitos de pagamento e de concorrência (por exemplo em matéria de contratação pública onde o ajuste directo é a regra – prejudicando o acesso de novas empresas).

Defendeu que o País deve adoptar regras laborais mais flexíveis que são condição preferencial de captação de novos investimentos estrangeiros, no sector automóvel designadamente.

Em resposta a um pedido da deputada do PS, Ana Paula Vitorino, para enumerar quais as duas ou três condições que, a curto prazo, mais poderão contribuir para melhoria do ambiente de negócios, Pedro Ferraz da Costa sublinhou ser imperativo aumentar a quota do comercio externo, aumentando exponencialmente o número de exportadores. Acrescentou que tal já está a acontecer por força de reconversão de potencial produtivo que estava dedicado ao mercado interno mas sublinhou que todos esses esforços devem ser integrados numa “vocação nacional” com uma imagem mais focada sobre o seu futuro que passará pela criação de valor nas produções actuais e pela aposta em mercados onde Portugal tem vantagens comparativas – Africa, América Latina. Acrescentou que “a transição” deve ser facilitada pela eliminação sistemática de “travões à mudança” a nível da fiscalidade, regulamentação/licenciamento, justiça e custos dos serviços não transaccionáveis, energia em particular.

O Novo Banco de Fomento

“O que talvez valha a pena fazer é criar uma agência financeira (e não um banco) com mais músculo e mais flexibilidade para fazer o que o IFAP e o IAPMEI hoje fazem na gestão dos fundos”. Artigo de opinião de Luís Mira Amaral, publicado no semanário Expresso, dia 02/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original).

Inquérito de conjuntura ao Investimento – 2º Semestre de 2012

De acordo com as intenções manifestadas pelas empresas no Inquérito de Conjuntura ao Investimento de outubro de 2012 (com período de inquirição entre 1 de outubro de 2012 e 22 de janeiro de 2013), o investimento empresarial deverá apresentar uma taxa de variação nominal de -4,2% em 2013. Os resultados deste inquérito apontam ainda para que tenha ocorrido uma redução de 26,4% do investimento em 2012, representando uma significativa revisão em baixa face às perspetivas reveladas no inquérito anterior (variação de -16,7%).
Entre os objetivos do investimento, perspetiva-se que, de 2012 para 2013, se tenha verificado um aumento do peso relativo do investimento associado à substituição. O investimento relativo à extensão da capacidade de produção terá mantido a sua importância relativa inalterada entre os dois anos.
Dos principais fatores limitativos do investimento empresarial identificados como mais importantes nos dois anos analisados, destaca-se a deterioração das perspetivas de venda, seguindo-se a incerteza sobre a rentabilidade dos investimentos. No primeiro caso registou-se um aumento do peso entre 2012 e 2013, compensado sobretudo pela redução da percentagem de empresas que refere a insuficiência da capacidade produtiva como principal fator limitativo. INE, 31 de Janeiro de 2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

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