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Microeconomia / Empresas

A Reforma do IRC

“A Fiscalidade é um elemento fundamental de captação do investimento, criação de emprego e de desenvolvimento. A Justiça e a equidade têm de andar a par com o pragmatismo por forma a premiar quem cria empresas e investe. Por outro lado, dados os constrangimentos orçamentais, é necessário que uma alteração do sistema fiscal não ponha em causa as metas orçamentais, mas sim contribua para elas através da potenciação do crescimento económico.” Artigo de opinião de Tiago Caiado Guerreiro, publicado no Jornal de Negócios de hoje, dia 26/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

 

Empréstimos e Depósitos Bancários

Actualização do Boletim Estatístico de Janeiro de 2013, do Banco de Portugal. Dados publicados ontem, dia 13/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original).

Estatísticas do Emprego – 4º Trimestre de 2012

Nesta publicação estão reunidas as principais estimativas obtidas a partir do Inquérito ao Emprego, designadamente: população ativa, população empregada, população desempregada, população inativa, taxa de atividade, taxa de emprego e taxa de desemprego.  Dados do INE, publicados ontem, dia 13/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

O IRC e a avidez do Estado

“Algo tão estranho como um imposto sobre os lucros das empresas, em adição a outro sobre o rendimento dos donos, tem de ter uma explicação. Talvez da tradição vinda dos poderes e dos abusos das monarquias.” Artigo de opinião de António Amaro de Matos, publicado no Jornal de Negócios de ontem, 06/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original).

Forum para a Competitividade na Assembleia da República

Ouvido hoje na Comissão de Economia e Obras Públicas, o Presidente do Forum, Pedro Ferraz da Costa, manifestou aos Deputados a sua preocupação sobre a possibilidade de o País poder estar confrontado com um período de recessão muito longo. A propósito, sublinhou a importância da melhoria do ambiente de negócios em geral e do apoio às actividades existentes, considerando que o apoio ao empreendedorismo só produzirá resultados palpáveis a longo prazo. Acrescentou que só este tipo de medidas de âmbito mais geral pode contribuir para atenuar o aumento exponencial de desemprego e a desqualificação do capital humano.

Manifestou, também, preocupação com a elevada “taxa de mortalidade” de novas empresas atribuindo tal facto às armadilhas do excesso de regulamentação e aos maus hábitos de pagamento e de concorrência (por exemplo em matéria de contratação pública onde o ajuste directo é a regra – prejudicando o acesso de novas empresas).

Defendeu que o País deve adoptar regras laborais mais flexíveis que são condição preferencial de captação de novos investimentos estrangeiros, no sector automóvel designadamente.

Em resposta a um pedido da deputada do PS, Ana Paula Vitorino, para enumerar quais as duas ou três condições que, a curto prazo, mais poderão contribuir para melhoria do ambiente de negócios, Pedro Ferraz da Costa sublinhou ser imperativo aumentar a quota do comercio externo, aumentando exponencialmente o número de exportadores. Acrescentou que tal já está a acontecer por força de reconversão de potencial produtivo que estava dedicado ao mercado interno mas sublinhou que todos esses esforços devem ser integrados numa “vocação nacional” com uma imagem mais focada sobre o seu futuro que passará pela criação de valor nas produções actuais e pela aposta em mercados onde Portugal tem vantagens comparativas – Africa, América Latina. Acrescentou que “a transição” deve ser facilitada pela eliminação sistemática de “travões à mudança” a nível da fiscalidade, regulamentação/licenciamento, justiça e custos dos serviços não transaccionáveis, energia em particular.

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