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Nota de Conjuntura

Nota de Conjuntura nº 50 – Junho de 2020

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Junho de 2020.

No final de Junho, a subida do número de casos na Grande Lisboa e a resposta do governo já conduziram a um aumento do confinamento, que deverá ter reflexo na actividade durante os próximos tempos.

Segundo dados coligidos pelo prof. Ricardo Ferraz (investigador do ISEG), em termos de produtividade por hora trabalhada, entre 1995 e 2018, Portugal foi ultrapassado pela Coreia do Sul, Eslováquia, Eslovénia, Israel, Lituânia, Polónia, República Checa e, inclusivé, pela Turquia.

Nota de Conjuntura nº 49 – Maio de 2020

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Maio de 2020.

Os dados muito negativos de Abril e Maio; os grandes atrasos nos empréstimos e ajudas públicas levam o Forum para a Competitividade a rever em forte baixa as suas estimativas para 2020, perspectivando agora um PIB com uma evolução entre -9% e -15%.

Na avaliação da resposta à crise, o governo não consegue ir além do “suficiente menos”, com um “razoável” na política orçamental, um “medíocre” na urgência e um “mau” na visão estratégica.

Nota de Conjuntura nº 48 – Abril de 2020

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Abril de 2020.

Em Portugal, com todas as incertezas envolvidas, o Forum para a Competitividade estima que no 1º trimestre a economia tenha sofrido uma contracção trimestral entre 4% e 6%, a que corresponderia uma variação homóloga entre -2,5% e -4,5%.

O atraso nos pagamentos de “lay-off”, para além dos inúmeros problemas sinalizados no apoio a trabalhadores independentes estarão a agravar a recessão.

Nota de Conjuntura nº 47 – Março de 2020

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Março de 2020.

O Forum para a Competitividade antecipa, num cenário benigno, uma recessão de 4% em 2020, mas que se poderá agravar para 8%, caso a crise se prolongue e as medidas tomadas permaneçam insuficientes.

A resposta à crise pandémica suscitou já um conjunto muito alargado de medidas excepcionais, que suscitam várias dúvidas. Por que razão o Estado não paga de imediato os valores em dívida, sobretudo os atrasados? Nos pagamentos por conta, para quê aumentar o reembolso no verão de 2021, se os fundos são imperiosos agora? Porque não suspender todos os prazos tributários que corram a favor dos sujeitos passivos (com a exceção dos de pagamento)? Que sentido faz penalizar sectores de um lado e incentivar do outro? Se queremos simplificar, porque é que os condicionalismos de acesso aos incentivos fiscais, de segurança social e laborais diferem entre si?

Nota de Conjuntura nº 46 – Fevereiro de 2020

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Fevereiro de 2020.

Para 2020, a Comissão Europeia estima que, dentro dos países da coesão, só Espanha cresça menos do que Portugal.

Extrapolando os resultados dos últimos quatro anos para o futuro, até 2024, Portugal seria ultrapassado pela Hungria, Roménia, Polónia e Letónia, ficando a ser um dos quatro países mais pobres da UE. Em 2031, seria a vez da Croácia nos ultrapassar e a própria Grécia também o poderia fazer na próxima década, tendo em conta as previsões mais recentes da CE. Portugal ficaria então o segundo país mais pobre da UE, só à frente da Bulgária, passando para o último lugar dentro de vinte anos.

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