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Notícias

EU forecasts eurozone to shrink this year

“The economic slowdown that has shaken the eurozone’s periphery will continue to bleed into the currency bloc’s core this year, with both France and Germany barely growing, according to highly-anticipated forecasts published today by the European Commission.” Notícia publicada pelo Financial Time hoje, dia 22/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

 

Produto Interno Bruto diminuiu 3,8% em volume – 4º Trimestre de 2012

O Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu 3,8% em volume no 4º trimestre de 2012 face ao mesmo período de 2011 (variação de -3,5% no trimestre anterior) de acordo com a estimativa rápida das Contas Nacionais Trimestrais. Comparativamente com o trimestre precedente, o PIB terá registado uma diminuição de 1,8%.
O contributo positivo da procura externa líquida diminuiu significativamente no 4º trimestre, verificando-se uma diminuição menos acentuada das Importações de Bens e Serviços e uma redução das Exportações de Bens e Serviços. Em sentido oposto, a procura interna apresentou um contributo menos negativo para a variação homóloga do PIB, traduzindo sobretudo a redução menos expressiva do Investimento.
No conjunto do ano de 2012, o PIB diminuiu 3,2% em volume (variação de -1,6% em 2011). Dados publicados pelo INE hoje, dia 14/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original).

 

Empréstimos e Depósitos Bancários

Actualização do Boletim Estatístico de Janeiro de 2013, do Banco de Portugal. Dados publicados ontem, dia 13/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original).

Comércio Internacional de bens: saídas aumentaram 1% e entradas diminuiram 3% – Dezembro de 2012

As saídas de bens aumentaram 1% e as entradas de bens diminuíram 3% no 4º trimestre de 2012, face ao período homólogo de 2011, o que determinou um desagravamento do défice da balança comercial no montante de 533,7 milhões de euros. Dados publicados pelo INE, no passado dia 11/02/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

Forum para a Competitividade na Assembleia da República

Ouvido hoje na Comissão de Economia e Obras Públicas, o Presidente do Forum, Pedro Ferraz da Costa, manifestou aos Deputados a sua preocupação sobre a possibilidade de o País poder estar confrontado com um período de recessão muito longo. A propósito, sublinhou a importância da melhoria do ambiente de negócios em geral e do apoio às actividades existentes, considerando que o apoio ao empreendedorismo só produzirá resultados palpáveis a longo prazo. Acrescentou que só este tipo de medidas de âmbito mais geral pode contribuir para atenuar o aumento exponencial de desemprego e a desqualificação do capital humano.

Manifestou, também, preocupação com a elevada “taxa de mortalidade” de novas empresas atribuindo tal facto às armadilhas do excesso de regulamentação e aos maus hábitos de pagamento e de concorrência (por exemplo em matéria de contratação pública onde o ajuste directo é a regra – prejudicando o acesso de novas empresas).

Defendeu que o País deve adoptar regras laborais mais flexíveis que são condição preferencial de captação de novos investimentos estrangeiros, no sector automóvel designadamente.

Em resposta a um pedido da deputada do PS, Ana Paula Vitorino, para enumerar quais as duas ou três condições que, a curto prazo, mais poderão contribuir para melhoria do ambiente de negócios, Pedro Ferraz da Costa sublinhou ser imperativo aumentar a quota do comercio externo, aumentando exponencialmente o número de exportadores. Acrescentou que tal já está a acontecer por força de reconversão de potencial produtivo que estava dedicado ao mercado interno mas sublinhou que todos esses esforços devem ser integrados numa “vocação nacional” com uma imagem mais focada sobre o seu futuro que passará pela criação de valor nas produções actuais e pela aposta em mercados onde Portugal tem vantagens comparativas – Africa, América Latina. Acrescentou que “a transição” deve ser facilitada pela eliminação sistemática de “travões à mudança” a nível da fiscalidade, regulamentação/licenciamento, justiça e custos dos serviços não transaccionáveis, energia em particular.

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