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OE

Seminário “OE 2014 – As políticas de Crescimento, o IDE e as Restrições Orçamentais” – 1ª Parte

Oiça aqui a gravação das intervenções da primeira parte do seminário que o Forum realizou, com o apoio da AESE, no passado dia 18/09/2013: José Ramalho Fontes, António Nogueira Leite, Bernardo Meyrelles, Jaime Esteves e Daniel Bessa (por ordem das intervenções)

Um só objetivo para o Orçamento do Estado para 2014?

Leia aqui o artigo de opinião de Jaime Esteves, publicado no semanário Sol, no passado dia 11/10/2013.

 

“A principal expectativa para o Orçamento do Estado para 2014 (0E2014) é a de que este garanta um saldo primário positivo. Nesse contexto, o número 0,2% do PIB é o numero mágico, motivado em 2/3 pela redução da despesa, tal como estava previsto no plano de ajustamento, e em apenas 1/3 do aumento da receita. A forma de garantir o saldo orçamental primário constitui pois o grande desígnio do Orçamento.”

 

 

Seminário “OE 2014 – As Políticas de Crescimento, o IDE e as Restrições Orçamentais” – Intervenções

Intervenções dos Oradores no seminário que o Forum para a Competitividade realizaou ontem, dia 18 de Setembro de 2013, com o apoio da AESE.

 

Discurso de Abertura – José Ramalho Fontes, Director Geral da AESE;

A Despesa, a Dívida e os desafios que nos colocam - António Nogueira Leite;

Análise à proposta de reforma do IRC - Jaime Esteves;

Introdução ao painel “OE: Consolidação orçamental e redução da despesa pública” –  João Salgueiro;

Notas sobre o desafio orçamental – Cristina Casalinho;

Apresentação no painel “OE: Consolidação orçamental e redução da despesa pública” – Óscar Gaspar;

Conclusões – Pedro Ferraz da Costa, Presidente do Forum para a Competitividade;

Encerramento – Maria Luís Albuquerque, Ministra das Finanças

Folha Trimestral de Conjuntura – 2º Trimestre de 2013

Consulte aqui a Folha Trimestral de Conjuntura NECEP/CEA – Católica Lisbon – 2º Trimestre de 2013, publicada ontem, dia 10/07/2013.

Reform denial poses bigger threat to Italy than austerity

 

“An apparently obvious conclusion from last month’s Italian elections is that citizens – ie, voters – don’t like austerity programmes. The question that voters, especially in Italy, may not yet have reflected upon is what is the alternative in order to reduce the excessive burden of the debt, public or private, which has been accumulated over the past. There are at least three choices.” Artigo de opinião de Lorenzo Bini Smaghi, publicado no Financial Times ontem, dia 05/03/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

 

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