Skip to Content

Perspectivas Empresariais

Nº 4 Perspectivas Empresariais – 4º Trimestre de 2018

Consulte aqui o nº 4 da publicação trimestral do Forum para a Competitividade, que inclui: conjuntura nacional; as empresas e os seus custos; conjuntura internacional; mercados; legislação; análise sobre o investimento em Portugal com base no inquérito do BEI.

Integra contributos de: Banco BIG, COSEC e PwC/CCR Legal

***

A economia portuguesa deverá desacelerar em 2019 e de novo em 2020 e 2021, em linha com o que se deverá passar na zona euro, em ambos os casos por carências da oferta de emprego  (taxa de desemprego já está muito baixa).

O problema não está na desaceleração em si, mas no facto de estarmos a desacelerar para uma tendência de crescimento baixíssima, cerca de 1,5%, porque nada foi feito nos últimos três anos para a aumentar.

Nº 3 Perspectivas Empresariais – 3º Trimestre de 2018

Consulte aqui o nº 3 da publicação trimestral do Forum para a Competitividade, que inclui: conjuntura nacional, as empresas e os seus custos, conjuntura internacional, mercados, legislação e um capítulo especial sobre Angola.

Integra contribuições de: Banco BIG, COSEC e PwC/CCR Legal

***

É opinião unânime que a economia portuguesa deverá desacelerar em 2019 e de novo em 2020. Este abrandamento é generalizado a praticamente todos os sectores.

Nº 2 Perspectivas Empresariais – 2º Trimestre de 2018

Consulte aqui o nº 2 da publicação trimestral do Forum para a Competitividade, que inclui: conjuntura nacional, as empresas e os seus custos, conjuntura internacional, mercados, legislação e um capítulo especial sobre as consequências do Brexit.

Integra contribuições de: Banco BIG, COSEC, PLMJ e PWC/CCR Legal

  • É necessário eliminar os incentivos perversos que existem,

que fazem que, em muitos casos, um trabalhador que aceita

um emprego passa a receber menos (em termos líquidos)

do que permanecendo no desemprego.

 

  • O Brexit é um jogo de soma negativa, em que (quase) todos

perdem, mas o Reino Unido perde muito mais do que todos

os outros. A resposta portuguesa a este desafio deve ser:

concretizar as reformas adiadas, para inverter as quase

duas últimas décadas de estagnação e ser muito mais

pró-activo na angariação do IDE que vai deixar de ir para o

Reino Unido.

Power by

Download Free AZ | Free Wordpress Themes