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Trabalho/ Concertação Social

Pedro Portugal: Ajustamento do mercado de trabalho “foi uma tragédia”

Leia aqui a notícia publicada no Jornal de Negócios, no passado dia 15/02/2016

O Índice de Custo do Trabalho aumentou 2,0% face ao trimestre homólogo de 2014 – 4º trimestre de 2015

Consulte aqui os dados apresentados pelo INE hoje, dia 15/02/2016

 

“O Índice de Custo do Trabalho (ICT) ajustado de dias úteis registou um acréscimo homólogo de 2,0%, no 4.º trimestre de 2015. No trimestre anterior tinha sido observado um decréscimo homólogo de 0,9%.
As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 1,6%, em relação ao mesmo período do ano anterior, e os outros custos aumentaram 3,2%.
No conjunto do ano de 2015, o ICT aumentou 1,8% devido a acréscimos de 1,5% nos custos salariais e de 2,7% nos outros custos do trabalho. Recorde-se que, no ano anterior, o ICT tinha registado uma diminuição de 3,4% (a que corresponderam decréscimos de 3,2% e de 3,8% dos custos salariais e dos outros custos, respetivamente).”

A semana de 40 horas

Leia aqui o artigo de opinião de Francisco Ferreira da Silva, publicado no Diário Económico hoje, dia 15/01/2016.

Boletim Económico de Dezembro de 2015 e respectivo Comunicado do Banco de Portugal

Consulte aqui o Boletim Económico de Dezembro de 2015 e aqui o Comunicado do Banco de Portugal sobre o mesmo assunto, publicados hoje, dia 09/12/2015.

 

 

Emprego, Desemprego e Salário Mínimo Nacional

O aumento do Salário Mínimo Nacional foi publicado em DR em 30/09/2014.

O valor anterior era 485€ e passa para 505 €/mês X 14, a partir de 1/10/2014.

As estatísticas (ver gráfico) revelam o seguinte:

  • O nº de pessoas empregadas baixa no 4º trimestre de 2014 e 1º trimestre de 2015, em termos absolutos (3º trimestre  4.565,1; 4º trimestre 4.491,6; 1º trimestre 2015 4.477,1)
  • O número de desempregados aumenta em termos absolutos no mesmo período (de 688,9 para 698,3 e 712,9 nos trimestres acima referidos). Esta evolução é ao arrepio da tendência que se verificava desde o início de 2013 (20 meses de decréscimos sucessivos da população desempregada).
  • A taxa de desemprego sobe de 13,1% no 3º trimestre de 2014 para 13,5 no 4º trimestre e para 13,7 no 1º trimestre 2015 e só volta a descer no 2º trimestre 2015 para 11,9%.

Conclusão: O aumento do SMN em 20€ teve um efeito imediato de redução do emprego e aumento de desemprego, bem visível nos dois trimestres seguintes (4º trimestre 2014 e 1º trimestre de 2015), em contra corrente com a tendência anterior. Esse efeito esbate-se a partir do 2º trimestre 2015, mercê da intensidade da recuperação da economia.

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