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UE

World Economic Outlook – Abril 2013

“Global economic prospects have improved again, but the bumpy recovery and skewed macroeconomic policy mix in advanced economies are complicating policymaking in emerging market economies. Chapter 3 examines the prospects for inflation, particularly because inflation was remarkably stable in the wake of the Great Recession and, in fact, has become less responsive to cyclical conditions. Chapter 4 examines whether today’s fast-growing, dynamic low-income countries are likely to maintain their momentum and avoid the reversals that afflicted many such countries in the past.” Publicado ontem, dia 16/04/2013, FMI (carregar no texto para acesso ao documento original)

A European Solution for the Eurozone’s Problem

Apresentação de George Soros no Centro de Estudos Financeiros da Universidade Goethe, Frankfurt, Alemanha, no passado dia 09/04/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

In the lecture, he calls for the issuance Eurobonds as the best way to rescue Eurozone economies. He identifies German objections as the main obstacle and describes the salutary effect Eurobonds would have on the Eurozone—with or without German participation., Michael Vachon

A Europa sem dono

“A população alemã não queria o euro. Quem quis o euro foram os franceses, que o impuseram à Alemanha como preço da unificação (…) O euro não traduz o poder alemão, mas o contrário: a debilidade alemã. A UE é uma união de frazquezas paroquiais”. Artigo de opinião de Rui Ramos, publicado no semanário Expresso, no passado dia 23/03/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

Chipre e o fim do euro

“A confiança nos políticos europeus está nas ruas da amargura, porque já se perdeu a conta às vezes que eles disseram que algo não se iria fazer, para ser feito pouco tempo depois. Mas agora, a perda de confiança estende-se à banca, com previsíveis impactos terríveis na economia e no emprego.” Artigo de opinião de Pedro Braz Teixeira, publicado no Jornal de Negócios de hoje, dia 21/03/2013 (carregar no texto para acesso ao documento original)

As prioridades do ajustamento

Um excelente artigo de Lorenzo Bini Smaghi (LBS), publicado ontem (05/03) no Financial Times, a propósito do caso Italiano, tem evidentes aplicações também ao caso Português.

Sem se referir, directamente, a Portugal LBS desmonta a estratégia seguida desde o início do processo de ajustamento e, designadamente, desde o pedido de resgate em Maio 2011.

Sublinha que a alteração do comportamento dos “Mercados” foi determinante na decisão dos Governos iniciarem um verdadeiro “ajustamento”. Ou seja, só à beira do precipício do incumprimento generalizado de obrigações internacionais e de compromisso internos (salários, pensões, facturas de serviços essenciais) é que esses Governos se decidiram a actuar.

Regista, ainda, que quando decidiram fazê-lo procuraram o caminho politicamente mais fácil – o do aumento de impostos – como forma de atacar o défice orçamental. Deixaram, assim, para mais tarde, o caminho (mais penoso) das reformas estruturais que constituem o segundo pilar de qualquer processo de ajustamento, o que teve (e tem) consequências nefastas ao nível do potencial de crescimento.

Foi o receio da confrontação com os lobbies políticos, sindicais e corporativos que determinou esta ordem perversa de prioridades. No caso Português, isso traduziu-se numa reforma laboral “descafeinada” (e tardia) sem relação com a dimensão exagerada da reacção sindical, reacção que se verificou, aliás, em ocasiões anteriores em que a legislação laboral foi “mexida”. Traduziu-se, também, numa reformazinha dos mercados de utilities, particularmente da energia e telecomunicações. Traduziu-se, ainda e principalmente, no adiamento de uma verdadeira reestruturação das Administrações Públicas (a tal dos 4 mil milhões).

Esta inversão de prioridades, o agravamento da carga fiscal e o falhanço da redução da TSU por contrapartida do aumento do IVA (que o Forum defendeu publicamente desde Junho 2010) provocaram uma recessão económica bem mais profunda do que previsto.

Os que agora apontam o dedo pelo agravamento do desemprego e da crise económica foram, contudo, os primeiros a contestar as reformas estruturais e são, porventura, mais responsáveis por aquele agravamento do que o próprio Governo. Porque não se calam?

 

Forum para a Competitividade

06/03/2013

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