É indissociável das memórias do PREC e da atribulada fundação do CDS, com Adelino Amaro da Costa e outros. Foi preciso muita coragem para estar na linha da frente da luta para que Portugal não fosse “a Cuba da Europa”. Mais do que “política”, fez HISTÓRIA. Teve, ainda, a determinação de votar, com o CDS, contra uma Constituição de pendor socialista e tutelada pelas Forças Armadas. Mais tarde,  foi “Prá frente Portugal” numa entusiástica campanha que o deixaria a escassa distancia de ser Presidente da República de Portugal, como teria merecido. Prestamos-lhe a nossa homenagem e testemunhamos a sua dedicação ao Direito e à Universidade, onde foi MESTRE no mais nobre sentido que a palavra pode ter. À sua família, o Forum para a Competitividade expressa os mais sentidos votos de pesar.