Nota de Conjuntura

Nota de Conjuntura nº 73 – Maio de 2022

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Maio de 2022.

De acordo com a Comissão Europeia, entre 2019 e 2023, Portugal deverá ter um crescimento de 4,4% face aos 4,2% da UE, o que não pode ser considerado convergência, já que, a este ritmo, seriam necessários quase 500 anos para atingir aquela média.

No 1º trimestre, a economia acelerou em cadeia, de 1,7% para 2,6%, tendo o PIB trimestral ficado finalmente acima do valor anterior à pandemia, em 1,2%. As exportações subiram de 41,4% para 42,0% do PIB, mas ainda insuficientes para recuperar a quota de 43,2% verificada em 2019.

Nota de Conjuntura nº 72 – Abril de 2022

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Abril de 2022.

De acordo com o FMI, Portugal terá o segundo crescimento mais baixo dos países da coesão da UE, divergindo da média, até 2027.

Em Portugal, em Abril, a inflação evoluiu de forma muito preocupante: acelerou fortemente de 5,3% para 7,2%, aproximando-se muito da da zona euro e deixando de ser uma das mais baixas nesta área.

Nota de Conjuntura nº 69 – Janeiro de 2022

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Janeiro de 2022.

No 4º trimestre, as restrições então decididas conduziram a um abrandamento da actividade, tendo o PIB desacelerado de 2,9% para 1,6%, ainda 1,5% abaixo do nível pré-pandemia, ao contrário do que se passou na zona euro.

Até 2021, Portugal teve a segunda recuperação mais atrasada da UE. A manterem-se as políticas em vigor, só em 2028 é que o nosso país regressaria à trajectória em que se encontrava antes da pandemia.

Nota de Conjuntura nº 68 – Dezembro de 2021

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, referente ao mês de Dezembro de 2021.

A evolução da pandemia no 4º trimestre, com as restrições então decididas, conduziu a um abrandamento da actividade em Portugal. Estimamos que a economia tenha crescido entre 0,5% e 2% em cadeia, a que corresponde uma variação entre 4,5% e 6% em termos homólogos.

O cenário central para 2022, de continuação do processo de retoma da actividade, não está colocado em causa, mas a velocidade a que esta se conseguirá concretizar poderá ser afectada. Assim, o Forum para a Competitividade estima um crescimento do PIB em 2022 entre 2,5% e 4,5%.

Nota de Conjuntura nº 67 – Novembro de 2021

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Novembro de 2021.

Segundo as previsões da Comissão Europeia, Portugal deverá ter a segunda pior recuperação económica até 2023. Este mau resultado é fruto do fraquíssimo potencial de crescimento que a economia portuguesa tem revelado ao longo das últimas duas décadas. O próximo governo precisa de concretizar reformas decisivas para resolver este grave problema.

No 3º trimestre de 2021, registou-se uma desaceleração em cadeia do PIB, de 4,4% para 2,9%. O valor mais preocupante foi o do investimento, enquanto as exportações protagonizaram a melhor notícia.

Nota de Conjuntura nº 66 – Outubro de 2021

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Outubro de 2021.

No 3º trimestre de 2021, em linha com o esperado, registou-se uma desaceleração em cadeia do PIB, de 4,4% para 2,9%, a que correspondeu um abrandamento em termos homólogos, de 16,1% para 4,2%.

A não aprovação do orçamento para 2022 deverá constituir um elemento de abrandamento adicional da economia nos primeiros meses, com possível recuperação no resto do ano. No entanto, quer em impostos quer na política laboral, o governo que agora cai poria em vigor medidas muito negativas para a retoma da pandemia e para melhor investimento empresarial.

Nota de Conjuntura nº 65 – Setembro de 2021

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Setembro de 2021.

Com a revisão em baixa do PIB de 2020, que caiu 8,4%, Portugal passou da quarta para a terceira recuperação mais atrasada da UE. 

A economia apresentou uma evolução limitada no 3º trimestre de 2021, com confinamentos e recuperação parcial no turismo, pelo que o Forum para a Competitividade estima que o PIB tenha crescido entre 2% e 4% em cadeia e entre 3,5% e 5,5% em termos homólogos. 

Nota de Conjuntura nº 64 – Agosto de 2021

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Agosto de 2021.

No 2º trimestre de 2021, confirmou-se o crescimento em cadeia do PIB de 4,9%. No entanto, comparado com o trimestre homólogo de 2019, o PIB ainda foi 3,4% inferior àquele valor. O comportamento mais negativo verificou-se nas exportações, que caíram no 2º trimestre de 2021, estando 15,3% abaixo do nível homólogo de 2019.

Com um desvio de 3,4% face aos valores de 2019, o PIB português é o dos mais atrasados da zona euro em termos de recuperação. Dado o empenho dos últimos anos na expansão das exportações, é necessária uma atenção redobrada para regressar à trajectória de aumento do seu peso no PIB.

Nota de Conjuntura nº 62 – Junho de 2021

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Junho de 2021.

No 2º trimestre, houve uma clara recuperação da actividade, com excepção de alguns serviços e do turismo, devendo aproximar-se de uma recuperação dos níveis de 2019. Assim, o Forum para a Competitividade estima que o PIB terá crescido entre 4% e 8% em cadeia, e entre 14% e 18% em termos homólogos.

No entanto, para os próximos trimestres regressou algum pessimismo, sobretudo sobre o turismo, quer de origem nacional quer externa. Assim, mantemos a nossas previsões para o conjunto do ano, de um crescimento entre 1% e 3%.

Nota de Conjuntura nº 61 – Maio de 2021

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, relativa ao mês de Maio de 2021.

Confirmou-se que, no 1º trimestre, o PIB teve a mais profunda queda da zona euro, quer em cadeia (-3,3% versus -0,6%), quer em termos homólogos (-5,4% versus -1,8%), com um impacto severo do confinamento no consumo privado, em particular nos bens duradouros.

Para o 2º trimestre há indicadores promissores (confiança e vendas a retalho). A confirmarem-se, faremos uma revisão em alta das nossas estimativas para o conjunto do ano.

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