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Projecto Exportadoras Outstanding

  • Porquê este projecto

O Forum para a Competitividade vai promover a iniciativa “Exportadoras Outstanding” juntamente com  parceiros e patrocinadores que podem acrescentar valor às estratégias empresariais através de uma interacção particular e/ou colectiva, partilhando o seu conhecimento sobre os mercados internacionais e competências específicas quer técnicas quer financeiras.

Entre as acções a desenvolver destaca-se a realização de 4 workshops “Exportadoras Outstanding” com periodicidade trimestral, que incluirão sessões comuns e “one to one” com os parceiros e patrocinadores, por escolha das empresas.

A coordenação do projecto será do Forum para a Competitividade, a quem caberá, igualmente, elaborar recomendações ao Governo sobre os problemas suscitados pelos participantes.

  • Temas a desenvolver nos 4 workshops
  1. O quadro internacional global dos próximos anos – ameaças e oportunidades para as exportações portuguesas – Fevereiro de 2019
  2. A Zona Euro antes e depois do Brexit. Cenários de evolução de uma Europa em mudança – Março de 2019
  3. Vantagens comparativas das empresas exportadoras com base nacional; oportunidades de negócio nos próximos anos; novas formas de cooperação para a internacionalização – Junho de 2019
  4. Propostas de políticas públicas com reflexos no grau de internacionalização das empresas portuguesas – Setembro de 2019

O projecto tem o apoio dos seguintes parceiros e patrocinadores:

  • Allianz
  • BBVA
  • Bondalti
  • Caetano Bus
  • Caixa Geral de Depósitos
  • COSEC
  • Hovione
  • PwC
  • Tabaqueira
  • AESE Business School
  • Porto Business School

Nota:

  • Workshops a realizar em Lisboa, Porto, Aveiro e Braga.
  • Cada workshop incluirá um “key note speaker” e um painel de parceiros e patrocinadores, bem como um conjunto de encontros “one to one” entre empresas e parceiros ou patrocinadores.

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Nº 4 Perspectivas Empresariais – 4º Trimestre de 2018

Consulte aqui o nº 4 da publicação trimestral do Forum para a Competitividade, que inclui: conjuntura nacional; as empresas e os seus custos; conjuntura internacional; mercados; legislação; análise sobre o investimento em Portugal com base no inquérito do BEI.

Integra contributos de: Banco BIG, COSEC e PwC/CCR Legal

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A economia portuguesa deverá desacelerar em 2019 e de novo em 2020 e 2021, em linha com o que se deverá passar na zona euro, em ambos os casos por carências da oferta de emprego  (taxa de desemprego já está muito baixa).

O problema não está na desaceleração em si, mas no facto de estarmos a desacelerar para uma tendência de crescimento baixíssima, cerca de 1,5%, porque nada foi feito nos últimos três anos para a aumentar.

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Conjuntura INE

Aqui – Volume de Negócios na Indústria diminuiu 2,2% – Novembro de 2018

Aqui – As exportações diminuíram 8,7% e as importações aumentaram 11,5% em termos nominais – Novembro de 2018

Aqui – A taxa de desemprego de Outubro situou-se em 6,6% – Novembro de 2018

 

Dados divulgados pelo INE hoje, dia 09/01/2018, e ontem, dia 08/01/2018

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Nota de Conjuntura nº 32 – Dezembro de 2018

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, referente ao mês de Dezembro de 2018.

Em Dezembro, o Banco de Portugal revelou novas previsões de crescimento, mais pessimistas do que anteriormente. Foram as exportações que foram revistas em baixa, o que aumenta os riscos para as estimativas para o corrente ano, devido à desaceleração mundial em curso.

Portugal não tem economia – nem muito menos finanças públicas – que permitam sustentar a semana das 35 horas na administração pública, que está a provocar o caos na saúde.

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Nota de Conjuntura nº 31 – Novembro de 2018

Consulte aqui a Nota de Conjuntura do Forum para a Competitividade, referente ao mês de Novembro de 2018.

Se entre 2000 e 2017, Portugal tivesse crescido tanto como Espanha (31,3% em vez de apenas 7,5%), o nosso PIB seria actualmente 43 mil milhões de euros superior e isso geraria uma margem de 18 mil milhões de euros de receita pública adicional, que permitiria o “milagre” de conseguir três objectivos, todos eles favoráveis: um défice público menor, impostos mais baixos e aumentar o investimento público.

Se o nosso crescimento tivesse tido a qualidade do espanhol (com défices externos limitados), também não teria sido necessário pedir ajuda à “troika”, nem uma dose tão elevada de austeridade.

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